domingo, 16 de agosto de 2026

NACIONAL F.C BUSCA O ACESSO À SERIE C DO FUTEBOL BRASILEIRO

 

FOTO: M. BECHMAN.
AUTOR: CUCUNACA, 2026

Por: Mauro Bechman*

Na busca pelo acesso à série C do Futebol brasileiro, o Nacional AM enfrentará o ABC do Rio Grande do Norte em Natal, capital norte-riograndense às 16h (Horário de Manaus) com parte do confronto final de 180 minutos que definirá o acesso e a repescagem. 

Para superar o "Elefante" dentro da arena das Dunas em Natal, o Leão deverá colocar todo seu empenho diante de um público de 31 mil torcedores. 

Mas, a valente e tradicional torcida nacionalina estará presente empurrando o Leão da Vila Municipal para esta conquista de acesso. Um camarote foi destinado aos torcedores do clube mais popular do Amazonas.

A diferença é de apenas 1 gol em favor do ABC e se o Naça superar e em campo conseguir emplacar uma vitória por dois gols, estará selada seu acesso. Em caso de empate no cômputo geral dos 180 minutos, a decisão será por pênaltis.

A torcida do Leão está esperançosa de uma grande apresentação do Naça, uma vez que, nas fases anteriores, o Nacional conseguiu sua classificação fora de Manaus. O jogo será transmitido pelo convênio TV Acrítica/Manaus - Rede Metrópoles pela internet e canal aberto respectivamente.

Em caso de Vitória, o Naça entrará na luta pelo título da série D somado ao acesso a série C. Em caso de derrota, o Leão ainda terá a repescagem para disputar uma das duas vagas disponíveis.

Neste sábado, o popular CSA de Alagoas já está na repescagem pois perdeu o acesso para o bom time do Urberlandia de Minas Gerais por 3 a 0 na soma dos dois jogos.

Vamos torcendo pelo único representante do Norte do Brasil nas semifinais da série D do campeonato brasileiro.

Pra cima Leão!











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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909).

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

POSSE DA NOVA DIRETORIA DO GRÊMIO ESTUDANTIL DA E.E. HOMERO DE MIRANDA LEÃO

FOTO: DIRETORIA ELEITA:
GERAÇÃO OLIMPO.
AUTOR: CUCUNACA, 2026


Por: Mauro Bechman*

Nesta quinta-feira 13/08 às 14h tomou posse a Nova Diretoria do Grêmio Estudantil da Escola Estadual Homero de Miranda Leão integrante da Coordenadoria Distrital 06 da Seduc Amazonas. 

As eleições ocorreram no dia 31/07 tendo duas chapas inscritas com seus candidatos, sendo votantes os estudantes matriculados e frequentes nos turnos matutino e vespertino. As eleições foram pelo voto direto e paritário, sendo vencedora a Chapa "Geração Olimpo".

DIRETORIA DO GRÊMIO ESTUDANTIL 2026-2028

Presidente: LUIZ SANTOS.

Vice-presidente: FERNANDA SALLES 

1º Secretário: ALVEN EMANUEL 

2º Secretário: RYCARDO EMANUEL 

1º Tesoureira: ADIELLY DA SILVA 

2ª Tesoureira: MARIA CLARA

Direroria Cultural: RAILA GABRIELLE 

Direroria de Mídias: ALICE GRAZIELLA 

Direroria de Esportes: EMANUELE PRAIA

Direroria Social: DIEGO ALEX.

Direroria de Teatro: ANA CLARA 

Direroria Jovem Protoganista: EDUARDO RAMIREZ 

Direroria Líderes do amanhã: VALENTINA LIBÓRIO 

Direroria Saúde Mental: MARIA EDUARDA 

Direroria Copa Geração Olimpo: PEDRO PAULO 

Direroria de Logística: VIVIAN ANJO


A solenidade de Posse da Nova Diretoria do Grêmio Estudantil foi presidida pelo Diretor da Escola, Prof. Me. Adriano Ferreira da Silva na quadra de esportes com a presença de todo o corpo docente e discente da escola Homero de Miranda Leão.

Que a Diretoria do Grêmio Estudantil recém empossada tenha sucesso e seja uma fiel porta voz do corpo discente da escola neste biênio 2026-2028.


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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas (1909).

terça-feira, 11 de agosto de 2026

DIA DO ESTUDANTE

FOTO: TURMA DE 2024 HML ARQUIVO.
 

Por: Mauro Bechman*

Hoje é 11 de Agosto Dia do Estudante e do Advogado. Taí uma profissão difícil: Estudante. Imagine organizar 09 a 11 disciplinas escolares no seu cotidiano, trabalhando e levando trabalho para casa, tendo que administrar os limitados recursos para fazer este trabalho, superar as pressões do dia a dia de professores, professoras e pais por um desempenho de excelência numa busca por resultados melhores que possam tornar possível ingressar numa boa universidade e lá continuar a estudar e ser um profissional de fato.

Não fosse apenas isso, na maioria dos casos, a dura vida em família que muitas vezes, acolhe e pressiona jovem a ter que escolher: Estudar ou Trabalhar, os dois não pode ser. E, por vezes, o jovem "escolhe os dois", trabalhar e estudar. E a vida segue.

Mas, hoje é Dia do Estudante. E, não podemos esquecer que também o que os move são seus sonhos, jovens que desejam uma profissão que ajude nas suas famílias, nos seus projetos pessoais e claro, contribuir para uma sociedade melhor e um ambiente mais saudável. 

São eles, os estudantes que por condição etária desafiam todos os dias, as disciplinas, os pedagogos, os gestores e os professores e professoras. 

Sem os estudantes, a civilização não teria continuidade e a Escola seria apenas um prédio sem função social. Eles e elas, não são apenas números ou personagens são também companheiros e companheiras na jornada da vida que partilhamos no dia a dia da escola.

Por isso, nosso abraço e nosso aplauso a cada um dos que empreendem nesta profissão tão importante quanto bela que é ser Estudante.


Feliz Dia do Estudante!


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*Professor da Rede Pública de Ensino do Amazonas. Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia.

sábado, 8 de agosto de 2026

DISPUTA PELO ACESSO A SÉRIE C: NACIONAL AM 1 X 2 ABC RN


FOTO: M. BECHMAN.
AUTOR: CUCUNACA, 2026


Por: Mauro Bechman*

Num jogo bom, às 15h de Manaus, o Nacional, único representante do Norte na série D do Campeonato de Futebol masculino de 2026, recebeu o ABC do Rio Grande do Norte na Arena da Amazônia.

O "Elefante" marcou dois gols ainda no primeiro tempo, mais por "gentileza dos zagueiros" azulinos do que por jogadas ensaiadas. 

Enquanto isso, o Nacional era mais perigoso no ataque com o talento de Rifle e presença de Rafa Marcos que infelizmente não conseguia converter em gols suas oportunidades. 

O Nacional veio mais agressivo na segunda etapa e fez seu gol nos primeiros 5 minutos, enquanto o ABC tentava surpreender com contra ataques.

O resultado final foi Nacional 1 X 2 ABC. Um resultado que efetivamente não mostrou o que foi o jogo. 

Entretanto, os torcedores do Leão amazonense e alguns atletas acreditam plenamente na vitória no jogo de volta que será na Arena das Dunas em Natal no próximo sábado 15/08 às 17h horário Manaus.

Para chegar até aqui, o Nacional eliminou o Capital DF e o Iguatu CE dentro dos seus próprios domínios.

Saudações Nacionalinas!







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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909)



quarta-feira, 5 de agosto de 2026

SIMAX E ALEXANDRE ARRAES NO TERTÚLIA AMAZÔNICA

FOTO: ALEXANDRE ARRAES & MORGANA SIMAS.
 MAURO BECHMAN. AUTOR: DANILO RODRIGUES, 2026

Por: Mauro Bechman*

Nesta quarta-feira 05/08 às 18h30 o Tertúlia Amazônica recebeu a empreendedora Morgana Simas, CEO da SIMAX BEST STYLE e o Roqueiro Alexandre Arraes que apresentou seus dois projetos musicais "Alexandre Arraes, o Menestrel" e "Alexandre Arraes e os menestréis", este segundo projeto com a participação do Klinger no baixo e Lúcio Batera na bateria e percussão.

Empreendedorismo no Underground amazonense e rock de altíssima qualidade. A entrevista pode ser vista assistida no link 

Tertúlia Amazônica 🌿





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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909)

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Check-up do Absurdo: Entre Rinocerontes, Massas Encouraçadas e Metamorfoses Contemporâneas

IMAGEM GERADA POR
 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.
EDITOR: W.BORGES, 2026


Check-up do Absurdo: Entre Rinocerontes, Massas Encouraçadas e Metamorfoses Contemporâneas

Walquimar Borges¹


Outro dia, escutando a canção Check-up, de Raul Seixas, uma metáfora me chamou a atenção: a do artista que, ao fazer um "check-up na situação", vê-se compelido a reler Alice no País das Maravilhas para tentar dar conta da estranheza do mundo. Essa mesma necessidade de recorrer ao absurdo e à literatura crítica para diagnosticar a nossa conjuntura tomou conta do meu pensamento. Neste compasso, também farei um check-up, porém relendo Eugène Ionesco e Wilhelm Reich. 

É nesse check-up que passo a refletir sobre quatro obras fundamentais para analiar as contradições do nosso tempo — leituras que costumo indicar nas poucas conversas que tenho com os amigos que ainda não viraram rinocerontes.

A primeira delas é a dramaturgia O Rinoceronte, de Ionesco, apresentada a mim pela via afetiva e intelectual do estimado amigo Edson Poeta. Já o encontro com Wilhelm Reich deu-se em momentos marcantes de estudo: a leitura de Escuta, Zé Ninguém!, motivada por um fichamento para a professora Arminda Mourão; a reflexão de A Função do Orgasmo, viabilizada pelo generoso empréstimo do professor Guaraiciba Siqueira, ainda nos tempos da Escola Técnica Federal do Amazonas; e o clássico O Assassinato de Cristo, que chegou a mim sem lembranças exatas de a quem o "furtei".

Tais obras servem de base para analisar a metamorfose que percebo em pessoas próximas do meu convívio. Vejo isso nas escolas, quando professores outrora defensores da autonomia escolar passam a endossar modelos de gestão opostos à LDBEN nº 9.394/1996. Percebo no campo das artes, onde espíritos livres passam a fundamentar-se em pensamentos autoritários e conservadores. Como o artista, que teria a obra para canalizar suas pulsões, passa a ser um frustrado? Como o educador que lia Paulo Freire hoje defende sistemas opressores? Como o rock libertário pode se tornar reacionário? É diante dessa conjuntura que me lembro de Ionesco: tenho a sensação de que meus pares estão virando rinocerontes.

A epidemia de "rinocerontite" espelha com precisão a contaminação ideológica atual. Longe de ser um evento repentino, a metamorfose dos cidadãos em feras revela um processo gradual de esvaziamento da linguagem e aceitação do bizarro. A banalização do insólito vai do espanto inicial à racionalização acomodada, culminando na conversão festiva ao rebanho. Amigos e familiares transformam-se em defensores de dogmas retrógrados; o diálogo ético cede lugar ao linchamento verbal; e até a ciência é posta em xeque em detrimento do senso comum.

É nesse ponto que a dramaturgia do absurdo e a clínica socioanalítica de Reich se entrelaçam. Se no palco assistimos à transformação paulatina de homens em bestas, na vida real testemunhamos a consolidação da "massa encouraçada". O processo é o mesmo: assim como o personagem Jean justifica a barbárie sob o pretexto de uma "volta à natureza" para logo ver sua pele enrijecer e sua voz virar um urro, nossos conhecidos passam a racionalizar o irracional. Doutis como Dudard usam sofismas para justificar a adesão à maioria, enquanto figuras como Daisy cedem ao rebanho por exaustão e desejo de pertencimento.

Em Escuta, Zé Ninguém!, Reich nos alerta que o homem comum, acuado pelo medo e reprimido em suas vitalidades, prefere a segurança brutal da boiada à responsabilidade da liberdade. Articulada com A Função do Orgasmo e O Assassinato de Cristo, a obra de Reich nos mostra que o bloqueio da energia vital e dos afetos gera uma "couraça emocional e muscular". O sujeito enrijecido desenvolve um pavor inconsciente da liberdade e projeta suas frustrações recalcadas em moralismo punitivo e ódio à diversidade. 

A diversidade e o pensamento crítico funcionam como um espelho insuportável para quem reprimiu a própria vida; por isso, tenta-se aniquilar a vitalidade alheia. Cada vez que a ciência é ridicularizada e a arte é sufocada, renova-se o gesto ritual de "matar o Cristo" — a metáfora reichiana do homem pleno e livre.

Diante de uma sociedade que optou pela rigidez da couraça e pelo couro grosso do rinoceronte, resta-nos a incômoda solidão de Bérenger, o único personagem que recusa a metamorfose. Bérenger não é um herói perfeito; é imperfeito e angustiado, mas carrega a última faísca de humanidade ao gritar: "Não me rendo!".

Ao colocar o diagnóstico deste ensaio lado a lado com o Check-up de Raul Seixas, revela-se uma profunda convergência de visões sobre o colapso do sujeito contemporâneo.

Quando Raul canta que precisa "reler Alice no País das Maravilhas" para encarar o cotidiano, ele reconhece que a realidade objetiva se tornou tão nonsense e desprovida de lógica racional que apenas o absurdo literário é capaz de traduzi-la. O meu percurso, ao convocar Ionesco e Reich, chega ao mesmo ponto de partida, mas desdobra a metáfora: se Raul recorre ao surrealismo lúdico de Carroll para constatar o contrassenso do mundo, a leitura de Ionesco revela como os indivíduos ao nosso redor se metamorfoseiam voluntariamente em animais de carga do autoritarismo, enquanto Reich explica a causa psíquica dessa metamorfose — a fuga da liberdade por meio do enrijecimento da alma.

O check-up de Raul Seixas é a constatação poética e perplexa de quem olha no espelho da sociedade e vê o paradoxo instaurado. O check-up que aqui se encerra vai um passo além: expõe que a "rinocerontização" de professores, artistas e velhos companheiros não é um mero equívoco intelectual, mas o sintoma de uma sociedade encouraçada que, acuada pelo medo, prefere o urro coletivo da boiada ao risco da própria autonomia.

Se Raul encontra na literatura do absurdo o espelho para a sua estranheza, nos resta assumir a postura de Bérenger. Fazer este check-up ao lado de Raul, Ionesco e Reich é um ato de resistência: mesmo quando o rebanho toma as ruas e o urro do senso comum abafa a razão, recusar a metamorfose e sustentar a dor da própria humanidade continua sendo o nosso único e mais urgente compromisso ético.

Referências

• IONESCO, Eugène. O Rinoceronte. Tradução de Luis de Lima. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.

• REICH, Wilhelm. A Função do Orgasmo: problemas econômico-sexuais da energia biológica. Tradução de Maria da Glória Novak. São Paulo: Brasiliense, 2020.

• REICH, Wilhelm. Escuta, Zé Ninguém!. Tradução de Antonio A. de Oliveira. São Paulo: Martins Fontes, 2019.

• REICH, Wilhelm. O Assassinato de Cristo. Tradução de Wagner Carelli. São Paulo: Martins Fontes, 2017.

• SEIXAS, Raul. Check-up. In: A Panela do Diabo. Rio de Janeiro: WEA, 1989. 1 disco de vinil. Faixa 8.


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¹É Professor de Filosofia, pedagogo, Bel em Direito. Mestre em educação, especialista em Psicanalise e gestão escolar.

domingo, 2 de agosto de 2026

A TRANSMISSÃO DAS MEMÓRIAS ÀS GERAÇÕES ATUAIS

FOTO: M. BECHMAN.
 AUTOR: CUCUNACA, 2026

Por: Mauro Bechman*

Este final de semana foi bem interessante. Refletimos sobre algumas situações postas e reais por algumas colegas de trabalho relacionadas ao fato dos alunos desta novíssima geração não desenvolver "vontade" de conquistar uma profissão ou alimentar sonhos que os impulsionem a "lutar" por ideais, mesmo que estes não dependam apenas de suas vontades. Então, nos dedicamos a escrever algumas linhas aleatórias sobre este tema.

A princípio, refletimos sobre nossas metodologias de trabalho e os recursos disponíveis para o mínimo apoio didático. E, de repente nos deparamos com uma descontinuidade histórico social enorme. Os alunos não conseguem compreender a história como parte de sua realidade atual. 

Em suas percepções nos parece inaceitável acreditar que até os anos 2000 nem todas as escolas públicas tinham acesso a livros e a merenda escolar. E, que a mortalidade infantil ou a fome absoluta era de fato uma expressão da normalidade no Brasil.

Realmente um desafio ensinar o que aparentemente não tem aplicação na vida prática, apenas uma memória, ou seja, uma abstração, mas que por um espírito individualista neste tempo, não me pertence e por isso não merece minha atenção. 

Assim, o desinteresse pelo livro didático, pelo áudio visual documental, e a consequente banalização dos recursos disponíveis como a sala acondicionada ou a merenda escolar. Aliás, ao que parece, tudo foi dado e não conquistado com as lutas sociais coletivas de estudantes e professores.

Dentro desta lógica individualista, talvez seja importante que os mestres e mestras se voltem as velhas questões filosóficas: quem sou eu? Por que estou aqui? O que me permitiu estar aqui? 

E aí talvez, o reinicio de uma vontade em saber que o coletivo também me explica na minha individualidade, que se minha estatura física é maior que a de meus pais, isso tem uma razão que é bem mais ampla que o desenvolvimento da atividade física, que a minha existência dependeu de decisões políticas que possibilitaram que todos desta geração fôssemos vacinados e melhor alimentados com um maior acesso a alimentação.

Por isso, talvez seja a pergunta geradora: Em que ano você nasceu? Neste sentido, possa ocorrer a possibilidade de abertura desta geração a descoberta de um Mundo que sem a sua vontade de se posicionar, de produzir, trabalhar e sonhar, ele deixará de existir. 

Daí a necessidade de sonhar um mundo melhor de ser uma pessoa capaz de projetar o seu próprio futuro com uma profissão que oportunize crescer e ajudar aos outros crescerem. Isto sim, é civilidade e legado.

A transmissão da memória entre as gerações passará pelo corpo dos educandos, de suas heranças físicas corporais, de seu cartão de vacinação, de seus prontuários odontológicos, de suas memórias imagéticas e imaginárias. Afinal, só saberei o que quero ser se eu saber quem sou.


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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909)