segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Check-up do Absurdo: Entre Rinocerontes, Massas Encouraçadas e Metamorfoses Contemporâneas

IMAGEM GERADA POR
 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.
EDITOR: W.BORGES, 2026


Check-up do Absurdo: Entre Rinocerontes, Massas Encouraçadas e Metamorfoses Contemporâneas

Walquimar Borges¹


Outro dia, escutando a canção Check-up, de Raul Seixas, uma metáfora me chamou a atenção: a do artista que, ao fazer um "check-up na situação", vê-se compelido a reler Alice no País das Maravilhas para tentar dar conta da estranheza do mundo. Essa mesma necessidade de recorrer ao absurdo e à literatura crítica para diagnosticar a nossa conjuntura tomou conta do meu pensamento. Neste compasso, também farei um check-up, porém relendo Eugène Ionesco e Wilhelm Reich. 

É nesse check-up que passo a refletir sobre quatro obras fundamentais para analiar as contradições do nosso tempo — leituras que costumo indicar nas poucas conversas que tenho com os amigos que ainda não viraram rinocerontes.

A primeira delas é a dramaturgia O Rinoceronte, de Ionesco, apresentada a mim pela via afetiva e intelectual do estimado amigo Edson Poeta. Já o encontro com Wilhelm Reich deu-se em momentos marcantes de estudo: a leitura de Escuta, Zé Ninguém!, motivada por um fichamento para a professora Arminda Mourão; a reflexão de A Função do Orgasmo, viabilizada pelo generoso empréstimo do professor Guaraiciba Siqueira, ainda nos tempos da Escola Técnica Federal do Amazonas; e o clássico O Assassinato de Cristo, que chegou a mim sem lembranças exatas de a quem o "furtei".

Tais obras servem de base para analisar a metamorfose que percebo em pessoas próximas do meu convívio. Vejo isso nas escolas, quando professores outrora defensores da autonomia escolar passam a endossar modelos de gestão opostos à LDBEN nº 9.394/1996. Percebo no campo das artes, onde espíritos livres passam a fundamentar-se em pensamentos autoritários e conservadores. Como o artista, que teria a obra para canalizar suas pulsões, passa a ser um frustrado? Como o educador que lia Paulo Freire hoje defende sistemas opressores? Como o rock libertário pode se tornar reacionário? É diante dessa conjuntura que me lembro de Ionesco: tenho a sensação de que meus pares estão virando rinocerontes.

A epidemia de "rinocerontite" espelha com precisão a contaminação ideológica atual. Longe de ser um evento repentino, a metamorfose dos cidadãos em feras revela um processo gradual de esvaziamento da linguagem e aceitação do bizarro. A banalização do insólito vai do espanto inicial à racionalização acomodada, culminando na conversão festiva ao rebanho. Amigos e familiares transformam-se em defensores de dogmas retrógrados; o diálogo ético cede lugar ao linchamento verbal; e até a ciência é posta em xeque em detrimento do senso comum.

É nesse ponto que a dramaturgia do absurdo e a clínica socioanalítica de Reich se entrelaçam. Se no palco assistimos à transformação paulatina de homens em bestas, na vida real testemunhamos a consolidação da "massa encouraçada". O processo é o mesmo: assim como o personagem Jean justifica a barbárie sob o pretexto de uma "volta à natureza" para logo ver sua pele enrijecer e sua voz virar um urro, nossos conhecidos passam a racionalizar o irracional. Doutis como Dudard usam sofismas para justificar a adesão à maioria, enquanto figuras como Daisy cedem ao rebanho por exaustão e desejo de pertencimento.

Em Escuta, Zé Ninguém!, Reich nos alerta que o homem comum, acuado pelo medo e reprimido em suas vitalidades, prefere a segurança brutal da boiada à responsabilidade da liberdade. Articulada com A Função do Orgasmo e O Assassinato de Cristo, a obra de Reich nos mostra que o bloqueio da energia vital e dos afetos gera uma "couraça emocional e muscular". O sujeito enrijecido desenvolve um pavor inconsciente da liberdade e projeta suas frustrações recalcadas em moralismo punitivo e ódio à diversidade. 

A diversidade e o pensamento crítico funcionam como um espelho insuportável para quem reprimiu a própria vida; por isso, tenta-se aniquilar a vitalidade alheia. Cada vez que a ciência é ridicularizada e a arte é sufocada, renova-se o gesto ritual de "matar o Cristo" — a metáfora reichiana do homem pleno e livre.

Diante de uma sociedade que optou pela rigidez da couraça e pelo couro grosso do rinoceronte, resta-nos a incômoda solidão de Bérenger, o único personagem que recusa a metamorfose. Bérenger não é um herói perfeito; é imperfeito e angustiado, mas carrega a última faísca de humanidade ao gritar: "Não me rendo!".

Ao colocar o diagnóstico deste ensaio lado a lado com o Check-up de Raul Seixas, revela-se uma profunda convergência de visões sobre o colapso do sujeito contemporâneo.

Quando Raul canta que precisa "reler Alice no País das Maravilhas" para encarar o cotidiano, ele reconhece que a realidade objetiva se tornou tão nonsense e desprovida de lógica racional que apenas o absurdo literário é capaz de traduzi-la. O meu percurso, ao convocar Ionesco e Reich, chega ao mesmo ponto de partida, mas desdobra a metáfora: se Raul recorre ao surrealismo lúdico de Carroll para constatar o contrassenso do mundo, a leitura de Ionesco revela como os indivíduos ao nosso redor se metamorfoseiam voluntariamente em animais de carga do autoritarismo, enquanto Reich explica a causa psíquica dessa metamorfose — a fuga da liberdade por meio do enrijecimento da alma.

O check-up de Raul Seixas é a constatação poética e perplexa de quem olha no espelho da sociedade e vê o paradoxo instaurado. O check-up que aqui se encerra vai um passo além: expõe que a "rinocerontização" de professores, artistas e velhos companheiros não é um mero equívoco intelectual, mas o sintoma de uma sociedade encouraçada que, acuada pelo medo, prefere o urro coletivo da boiada ao risco da própria autonomia.

Se Raul encontra na literatura do absurdo o espelho para a sua estranheza, nos resta assumir a postura de Bérenger. Fazer este check-up ao lado de Raul, Ionesco e Reich é um ato de resistência: mesmo quando o rebanho toma as ruas e o urro do senso comum abafa a razão, recusar a metamorfose e sustentar a dor da própria humanidade continua sendo o nosso único e mais urgente compromisso ético.

Referências

• IONESCO, Eugène. O Rinoceronte. Tradução de Luis de Lima. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.

• REICH, Wilhelm. A Função do Orgasmo: problemas econômico-sexuais da energia biológica. Tradução de Maria da Glória Novak. São Paulo: Brasiliense, 2020.

• REICH, Wilhelm. Escuta, Zé Ninguém!. Tradução de Antonio A. de Oliveira. São Paulo: Martins Fontes, 2019.

• REICH, Wilhelm. O Assassinato de Cristo. Tradução de Wagner Carelli. São Paulo: Martins Fontes, 2017.

• SEIXAS, Raul. Check-up. In: A Panela do Diabo. Rio de Janeiro: WEA, 1989. 1 disco de vinil. Faixa 8.


___________________

¹É Professor de Filosofia, pedagogo, Bel em Direito. Mestre em educação, especialista em Psicanalise e gestão escolar.

domingo, 2 de agosto de 2026

A TRANSMISSÃO DAS MEMÓRIAS ÀS GERAÇÕES ATUAIS

FOTO: M. BECHMAN.
 AUTOR: CUCUNACA, 2026

Por: Mauro Bechman*

Este final de semana foi bem interessante. Refletimos sobre algumas situações postas e reais por algumas colegas de trabalho relacionadas ao fato dos alunos desta novíssima geração não desenvolver "vontade" de conquistar uma profissão ou alimentar sonhos que os impulsionem a "lutar" por ideais, mesmo que estes não dependam apenas de suas vontades. Então, nos dedicamos a escrever algumas linhas aleatórias sobre este tema.

A princípio, refletimos sobre nossas metodologias de trabalho e os recursos disponíveis para o mínimo apoio didático. E, de repente nos deparamos com uma descontinuidade histórico social enorme. Os alunos não conseguem compreender a história como parte de sua realidade atual. 

Em suas percepções nos parece inaceitável acreditar que até os anos 2000 nem todas as escolas públicas tinham acesso a livros e a merenda escolar. E, que a mortalidade infantil ou a fome absoluta era de fato uma expressão da normalidade no Brasil.

Realmente um desafio ensinar o que aparentemente não tem aplicação na vida prática, apenas uma memória, ou seja, uma abstração, mas que por um espírito individualista neste tempo, não me pertence e por isso não merece minha atenção. 

Assim, o desinteresse pelo livro didático, pelo áudio visual documental, e a consequente banalização dos recursos disponíveis como a sala acondicionada ou a merenda escolar. Aliás, ao que parece, tudo foi dado e não conquistado com as lutas sociais coletivas de estudantes e professores.

Dentro desta lógica individualista, talvez seja importante que os mestres e mestras se voltem as velhas questões filosóficas: quem sou eu? Por que estou aqui? O que me permitiu estar aqui? 

E aí talvez, o reinicio de uma vontade em saber que o coletivo também me explica na minha individualidade, que se minha estatura física é maior que a de meus pais, isso tem uma razão que é bem mais ampla que o desenvolvimento da atividade física, que a minha existência dependeu de decisões políticas que possibilitaram que todos desta geração fôssemos vacinados e melhor alimentados com um maior acesso a alimentação.

Por isso, talvez seja a pergunta geradora: Em que ano você nasceu? Neste sentido, possa ocorrer a possibilidade de abertura desta geração a descoberta de um Mundo que sem a sua vontade de se posicionar, de produzir, trabalhar e sonhar, ele deixará de existir. 

Daí a necessidade de sonhar um mundo melhor de ser uma pessoa capaz de projetar o seu próprio futuro com uma profissão que oportunize crescer e ajudar aos outros crescerem. Isto sim, é civilidade e legado.

A transmissão da memória entre as gerações passará pelo corpo dos educandos, de suas heranças físicas corporais, de seu cartão de vacinação, de seus prontuários odontológicos, de suas memórias imagéticas e imaginárias. Afinal, só saberei o que quero ser se eu saber quem sou.


________________

*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909)

PASTORAL DO BATISMO DA AMSPA REALIZA 3ª REUNIÃO ANUAL NA COMUNIDADE SÃO PIO DE PIELTRECINA


FOTO: AGENTES DA PASTORAL
DO BATISMO. AMSPA.
AUTOR: CUCUNACA, 2026.

Por: Mauro Bechman*

Neste santo sábado 01/08 das 15h30 às 17h a Pastoral do Batismo da Área Missionária São Paulo Apóstolo AMSPA realizou sua 3ª reunião anual ordinária na Comunidade São Pio de Pietrelcina integrante do setor padre Pedro Vignola no bairro de Nova Cidade.

A reunião teve início com a Oração Inicial seguido pela mensagem de agradecimento á comunidade São Pio de Pietrelcina que acolheu este 3º encontro anual.

Na pauta do dia, o andamento das atividades pastorais nas comunidades, e a apresentação de pontos concernentes a pastoral do Batismo no Manual de Proteção a crianças, adolescentes e adultos vulneráveis produzido pela Regional Norte I da CNBB. Houve consenso no caso de registro de imagens que por ventura venham a ser feitos pela Pastoral devem conter o Termo de assentimento e similar por parte dos responsáveis no caso de crianças e outros vulneráveis. 

Também foi uma decisão consensual que o registro de imagens com os agentes pastorais devem ocorrer de forma que haja solicitação pela Família e aceite do agente com postura e etiqueta adequada ao que pede as orientações pastorais da igreja, evitando excessos e situações que conduzam a dúbias interpretações ou narrativas descontextualizadas.

Os termos de uso de imagens e assentimento estarão disponíveis junto a secretaria da área e poderão ser assinados nos momentos da preparação do Batismo. Após isso, outro ponto de pauta foi a Formação Setorial ocorrida no dia 26/07 na Comunidade Santa Clara onde foram discutidos temas relevantes a preparação dos agentes de Pastoral e Pais e Padrinhos.

No último ponto de pauta da reunião, a Confraternização anual da Pastoral do Batismo cujas datas e natureza da confraternização serão escolhidos por todos via consulta virtual. 

Nos comunicados pastorais, o próximo encontro dos agentes e coordenadores será no dia 30/08 por ocasião do encontro arquidiocesano com o cardeal Dom Leonardo Steiner.

Nesta 3ª reunião anual ordinária, estiveram presentes as comunidades de Menino Jesus de Praga, São João Batista, Santa Bernadete, São Pio de Pietrelcina e Divino Espirito Santo.

Após a reunião, num gesto de partilha e acolhimento, a Pastoral de São Pio de Pietrelcina ofereceu a todos um delicioso lanche com mingau de munguzá.

É neste caminhar sereno e de verdadeira irmandade que a Pastoral do Batismo deve conduzir seus passos.

"Banhados em Cristo somos uma Nova Criatura"


____________

*Secretário da Pastoral do Batismo da Área Missionária São Paulo Apóstolo AMSPA.


sexta-feira, 31 de julho de 2026

E. E HOMERO DE MIRANDA LEÃO NO MÊS DEDICADO AO COMBATE ÀS VIOLÊNCIAS COTIDIANAS E O CONVÍVIO ESCOLAR


FOTO: PROF. FRANCY JÚNIOR E
ISABELA MATOS (Centro).
AUTOR: CUCUNACA, 2026

Por: Mauro Bechman*

Para encerrar a semana, de prevenção a violência e promoção da semana nacional de convivência escolar nesta sexta-feira 31/07 das 15h às 17h a Escola Estadual Homero de Miranda Leão integrante da Coordenadoria Distrital 06 da Seduc AM recebeu o Projeto "Convivência e Referências para o futuro: Construindo um mundo melhor".

A palestrante convidada foi a Professora, atriz, historiadora e ativista social pelos Direitos Humanos Francy Júnior que abordou as diversas formas de preconceito presentes no cotidiano e que a sua naturalização conduz a replica-los, dificultando a convivência entre as pessoas. 

A mestra colocou no centro da palestra a importância da valorização e cuidado com a pessoa humana em sua complexidade e humanidade. Diante de um auditório lotado por estudantes do ensino médio, Francy Júnior frisou a importância das atitudes diante das situações que geram estereótipos, preconceitos e discriminação.

A equipe gestora da escola, representada pelos professores Mauro Bechman e Isabela Matos agradeceu o aceite do convite e a belíssima contribuição formativa para o corpo discente com uma temática vibrante, atualíssima e necessária neste cenário social de intensas mudanças.

Veja as imagens












_________________________
*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909)
- Registro Fotográfico: Prof. Esp. Ismael.

segunda-feira, 27 de julho de 2026

PASTORAL DO BATISMO DA AMSPA PRESENTE NA FORMAÇÃO DO SETOR PADRE PEDRO VIGNOLA


FOTO: FORMAÇÃO SETORIAL
 BATISMO. AUTORA: DIVULGAÇÃO, 2026


Por: Mauro Bechman*

Na manhã deste Santo Domingo 26/07 das 07h às 11h30 a Pastoral do Batismo da Área Missionária São Paulo Apóstolo AMSPA participou da Formação sobre a Preparação de Pais e Padrinhos promovida pelo Setor Padre Pedro Vignola. 

A formação ocorreu na Comunidade de Santa Clara tendo como convidado palestrante Carlos André coordenador da Pastoral do Batismo da Arquidiocese de Manaus. 

Carlos André destacou a importância do agente pastoral conhecer o serviço ao qual foi chamado, pois é neste processo que a missão ganha sentido. É a partir deste conhecimento que nasce o encantamento para a ação pastoral.

 Noutro ponto a Espiritualidade do agente pastoral deve ir além de uma perspectiva privada da fé, mas sobretudo uma ação efetiva, viva junto aos irmãos e irmãs na vivência comunitária.

 Assim, a oração comunitária e a criação de espaços para a troca de experiências e vivências tornam-se instrumentos importantes na preparação para o serviço pastoral. 

Na dimensão dos requisitos para pais e padrinhos, o palestrante enfatizou o papel de auxílio na orientação de fé dos padrinhos junto aos batizados e aos seus familiares. 

As oito áreas missionárias integrantes do setor padre Pedro Vignola estiveram presentes na formação. Da área Missionária São Paulo Apóstolo estiveram presentes as comunidades de São João Batista, Sagrada Família, São Pio de Pietrelcina, Nossa Senhora de Fátima e São Pedro Apóstolo.

Com a benção pastoral proferida pelo pároco da Área Missionária Santa Clara padre Waldir Gomes da Silva SJC foi encerrada a formação setorial.

"Banhados em Cristo somos uma Nova Criatura"












__________

*Secretário da Pastoral do Batismo da Área Missionária São Paulo Apóstolo AMSPA 

domingo, 26 de julho de 2026

ENVIO DO NOVO PÁROCO DA ÁREA MISSIONÁRIA SÃO PAULO APÓSTOLO AMSPA


FOTO: PE. GREGÓRIO DA SILVA BRITO,
AMSPA. AUTOR: CUCUNACA, 2026.

Por: Mauro Bechman*

Neste santo domingo 26/07 às 18h30 na Comunidade São João Batista integrante da área Missionária São Paulo Apóstolo AMSPA e do setor padre Pedro Vignola na zona Norte de Manaus, foi celebrada Missa de Envio do Novo Pároco da Área Missionária São Paulo Apóstolo AMSPA padre joseleito Gregório da Silva Brito SJC.

A celebração foi presidida pelo cardeal e arcebispo de Manaus Dom Leonardo Steiner assistido pelo pároco da Área Missionária Santa Clara Pe. Waldir Gomes da Silva, SJC e pelo Diácono permanente José Marques Frota.

Após a Proclamação do Evangelho segundo São Mateus 13, 44-52, na homilia Dom Leonardo Steiner destacou as parábolas que nos remetem ao Tesouro que possuímos quando recebemos o evangelho e a missão de servir ao reino de Deus. E, que também os tesouros podem ser lapidados pela ação do espírito Santo de Deus quando nos escolhe para o serviço ao seu povo.

Na celebração, a renovação dos votos sacerdotais do novo pároco, a confirmação do compromisso com a comunidade de Deus e a doutrina da Igreja e, o gesto concreto da humildade, onde o pároco imita ao Cristo na lavagem dos pés de uma comunitária da área Missionária.

Assim, das mãos das comunidades, foram recebidos pelo novo pároco: as chaves da Igreja e do Sacrário, a Estola de Pároco e o Óleo do Batismo.

O Novo pároco da Área Missionária São Paulo Apóstolo é o padre joseleito Gregório da Silva Brito, nascido no estado da Bahia, 58 anos de idade, tem 24 anos de sacerdócio, abraçando a missão de serviço como Pastor da Área Missionária composta por 10 comunidades de fé.

Após a benção final proferida pelo cardeal Dom Leonardo Steiner, a celebração foi encerrada e as coordenações pastorais da área ofereceram a todos os presentes um pequeno lanche partilhado no Centro pastoral.

Seja bem-vindo padre Gregório da Silva Brito! Deus o abençoe em sua nova missão e Maria, mãe e auxílio dos cristãos, seja sempre sinal de serenidade e acolhimento em seu pastoreio junto ao povo de Deus.

Vejam as imagens 






























________________

*Secretário da Pastoral do Batismo da Área Missionária São Paulo Apóstolo AMSPA.