terça-feira, 11 de agosto de 2026

DIA DO ESTUDANTE

FOTO: TURMA DE 2024 HML ARQUIVO.
 

Por: Mauro Bechman*

Hoje é 11 de Agosto Dia do Estudante e do Advogado. Taí uma profissão difícil: Estudante. Imagine organizar 09 a 11 disciplinas escolares no seu cotidiano, trabalhando e levando trabalho para casa, tendo que administrar os limitados recursos para fazer este trabalho, superar as pressões do dia a dia de professores, professoras e pais por um desempenho de excelência numa busca por resultados melhores que possam tornar possível ingressar numa boa universidade e lá continuar a estudar e ser um profissional de fato.

Não fosse apenas isso, na maioria dos casos, a dura vida em família que muitas vezes, acolhe e pressiona jovem a ter que escolher: Estudar ou Trabalhar, os dois não pode ser. E, por vezes, o jovem "escolhe os dois", trabalhar e estudar. E a vida segue.

Mas, hoje é Dia do Estudante. E, não podemos esquecer que também o que os move são seus sonhos, jovens que desejam uma profissão que ajude nas suas famílias, nos seus projetos pessoais e claro, contribuir para uma sociedade melhor e um ambiente mais saudável. 

São eles, os estudantes que por condição etária desafiam todos os dias, as disciplinas, os pedagogos, os gestores e os professores e professoras. 

Sem os estudantes, a civilização não teria continuidade e a Escola seria apenas um prédio sem função social. Eles e elas, não são apenas números ou personagens são também companheiros e companheiras na jornada da vida que partilhamos no dia a dia da escola.

Por isso, nosso abraço e nosso aplauso a cada um dos que empreendem nesta profissão tão importante quanto bela que é ser Estudante.


Feliz Dia do Estudante!


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*Professor da Rede Pública de Ensino do Amazonas. Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia.

sábado, 8 de agosto de 2026

DISPUTA PELO ACESSO A SÉRIE C: NACIONAL AM 1 X 2 ABC RN


FOTO: M. BECHMAN.
AUTOR: CUCUNACA, 2026


Por: Mauro Bechman*

Num jogo bom, às 15h de Manaus, o Nacional, único representante do Norte na série D do Campeonato de Futebol masculino de 2026, recebeu o ABC do Rio Grande do Norte na Arena da Amazônia.

O "Elefante" marcou dois gols ainda no primeiro tempo, mais por "gentileza dos zagueiros" azulinos do que por jogadas ensaiadas. 

Enquanto isso, o Nacional era mais perigoso no ataque com o talento de Rifle e presença de Rafa Marcos que infelizmente não conseguia converter em gols suas oportunidades. 

O Nacional veio mais agressivo na segunda etapa e fez seu gol nos primeiros 5 minutos, enquanto o ABC tentava surpreender com contra ataques.

O resultado final foi Nacional 1 X 2 ABC. Um resultado que efetivamente não mostrou o que foi o jogo. 

Entretanto, os torcedores do Leão amazonense e alguns atletas acreditam plenamente na vitória no jogo de volta que será na Arena das Dunas em Natal no próximo sábado 15/08 às 17h horário Manaus.

Para chegar até aqui, o Nacional eliminou o Capital DF e o Iguatu CE dentro dos seus próprios domínios.

Saudações Nacionalinas!







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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909)



quarta-feira, 5 de agosto de 2026

SIMAX E ALEXANDRE ARRAES NO TERTÚLIA AMAZÔNICA

FOTO: ALEXANDRE ARRAES & MORGANA SIMAS.
 MAURO BECHMAN. AUTOR: DANILO RODRIGUES, 2026

Por: Mauro Bechman*

Nesta quarta-feira 05/08 às 18h30 o Tertúlia Amazônica recebeu a empreendedora Morgana Simas, CEO da SIMAX BEST STYLE e o Roqueiro Alexandre Arraes que apresentou seus dois projetos musicais "Alexandre Arraes, o Menestrel" e "Alexandre Arraes e os menestréis", este segundo projeto com a participação do Klinger no baixo e Lúcio Batera na bateria e percussão.

Empreendedorismo no Underground amazonense e rock de altíssima qualidade. A entrevista pode ser vista assistida no link 

Tertúlia Amazônica 🌿





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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909)

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Check-up do Absurdo: Entre Rinocerontes, Massas Encouraçadas e Metamorfoses Contemporâneas

IMAGEM GERADA POR
 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.
EDITOR: W.BORGES, 2026


Check-up do Absurdo: Entre Rinocerontes, Massas Encouraçadas e Metamorfoses Contemporâneas

Walquimar Borges¹


Outro dia, escutando a canção Check-up, de Raul Seixas, uma metáfora me chamou a atenção: a do artista que, ao fazer um "check-up na situação", vê-se compelido a reler Alice no País das Maravilhas para tentar dar conta da estranheza do mundo. Essa mesma necessidade de recorrer ao absurdo e à literatura crítica para diagnosticar a nossa conjuntura tomou conta do meu pensamento. Neste compasso, também farei um check-up, porém relendo Eugène Ionesco e Wilhelm Reich. 

É nesse check-up que passo a refletir sobre quatro obras fundamentais para analiar as contradições do nosso tempo — leituras que costumo indicar nas poucas conversas que tenho com os amigos que ainda não viraram rinocerontes.

A primeira delas é a dramaturgia O Rinoceronte, de Ionesco, apresentada a mim pela via afetiva e intelectual do estimado amigo Edson Poeta. Já o encontro com Wilhelm Reich deu-se em momentos marcantes de estudo: a leitura de Escuta, Zé Ninguém!, motivada por um fichamento para a professora Arminda Mourão; a reflexão de A Função do Orgasmo, viabilizada pelo generoso empréstimo do professor Guaraiciba Siqueira, ainda nos tempos da Escola Técnica Federal do Amazonas; e o clássico O Assassinato de Cristo, que chegou a mim sem lembranças exatas de a quem o "furtei".

Tais obras servem de base para analisar a metamorfose que percebo em pessoas próximas do meu convívio. Vejo isso nas escolas, quando professores outrora defensores da autonomia escolar passam a endossar modelos de gestão opostos à LDBEN nº 9.394/1996. Percebo no campo das artes, onde espíritos livres passam a fundamentar-se em pensamentos autoritários e conservadores. Como o artista, que teria a obra para canalizar suas pulsões, passa a ser um frustrado? Como o educador que lia Paulo Freire hoje defende sistemas opressores? Como o rock libertário pode se tornar reacionário? É diante dessa conjuntura que me lembro de Ionesco: tenho a sensação de que meus pares estão virando rinocerontes.

A epidemia de "rinocerontite" espelha com precisão a contaminação ideológica atual. Longe de ser um evento repentino, a metamorfose dos cidadãos em feras revela um processo gradual de esvaziamento da linguagem e aceitação do bizarro. A banalização do insólito vai do espanto inicial à racionalização acomodada, culminando na conversão festiva ao rebanho. Amigos e familiares transformam-se em defensores de dogmas retrógrados; o diálogo ético cede lugar ao linchamento verbal; e até a ciência é posta em xeque em detrimento do senso comum.

É nesse ponto que a dramaturgia do absurdo e a clínica socioanalítica de Reich se entrelaçam. Se no palco assistimos à transformação paulatina de homens em bestas, na vida real testemunhamos a consolidação da "massa encouraçada". O processo é o mesmo: assim como o personagem Jean justifica a barbárie sob o pretexto de uma "volta à natureza" para logo ver sua pele enrijecer e sua voz virar um urro, nossos conhecidos passam a racionalizar o irracional. Doutis como Dudard usam sofismas para justificar a adesão à maioria, enquanto figuras como Daisy cedem ao rebanho por exaustão e desejo de pertencimento.

Em Escuta, Zé Ninguém!, Reich nos alerta que o homem comum, acuado pelo medo e reprimido em suas vitalidades, prefere a segurança brutal da boiada à responsabilidade da liberdade. Articulada com A Função do Orgasmo e O Assassinato de Cristo, a obra de Reich nos mostra que o bloqueio da energia vital e dos afetos gera uma "couraça emocional e muscular". O sujeito enrijecido desenvolve um pavor inconsciente da liberdade e projeta suas frustrações recalcadas em moralismo punitivo e ódio à diversidade. 

A diversidade e o pensamento crítico funcionam como um espelho insuportável para quem reprimiu a própria vida; por isso, tenta-se aniquilar a vitalidade alheia. Cada vez que a ciência é ridicularizada e a arte é sufocada, renova-se o gesto ritual de "matar o Cristo" — a metáfora reichiana do homem pleno e livre.

Diante de uma sociedade que optou pela rigidez da couraça e pelo couro grosso do rinoceronte, resta-nos a incômoda solidão de Bérenger, o único personagem que recusa a metamorfose. Bérenger não é um herói perfeito; é imperfeito e angustiado, mas carrega a última faísca de humanidade ao gritar: "Não me rendo!".

Ao colocar o diagnóstico deste ensaio lado a lado com o Check-up de Raul Seixas, revela-se uma profunda convergência de visões sobre o colapso do sujeito contemporâneo.

Quando Raul canta que precisa "reler Alice no País das Maravilhas" para encarar o cotidiano, ele reconhece que a realidade objetiva se tornou tão nonsense e desprovida de lógica racional que apenas o absurdo literário é capaz de traduzi-la. O meu percurso, ao convocar Ionesco e Reich, chega ao mesmo ponto de partida, mas desdobra a metáfora: se Raul recorre ao surrealismo lúdico de Carroll para constatar o contrassenso do mundo, a leitura de Ionesco revela como os indivíduos ao nosso redor se metamorfoseiam voluntariamente em animais de carga do autoritarismo, enquanto Reich explica a causa psíquica dessa metamorfose — a fuga da liberdade por meio do enrijecimento da alma.

O check-up de Raul Seixas é a constatação poética e perplexa de quem olha no espelho da sociedade e vê o paradoxo instaurado. O check-up que aqui se encerra vai um passo além: expõe que a "rinocerontização" de professores, artistas e velhos companheiros não é um mero equívoco intelectual, mas o sintoma de uma sociedade encouraçada que, acuada pelo medo, prefere o urro coletivo da boiada ao risco da própria autonomia.

Se Raul encontra na literatura do absurdo o espelho para a sua estranheza, nos resta assumir a postura de Bérenger. Fazer este check-up ao lado de Raul, Ionesco e Reich é um ato de resistência: mesmo quando o rebanho toma as ruas e o urro do senso comum abafa a razão, recusar a metamorfose e sustentar a dor da própria humanidade continua sendo o nosso único e mais urgente compromisso ético.

Referências

• IONESCO, Eugène. O Rinoceronte. Tradução de Luis de Lima. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2018.

• REICH, Wilhelm. A Função do Orgasmo: problemas econômico-sexuais da energia biológica. Tradução de Maria da Glória Novak. São Paulo: Brasiliense, 2020.

• REICH, Wilhelm. Escuta, Zé Ninguém!. Tradução de Antonio A. de Oliveira. São Paulo: Martins Fontes, 2019.

• REICH, Wilhelm. O Assassinato de Cristo. Tradução de Wagner Carelli. São Paulo: Martins Fontes, 2017.

• SEIXAS, Raul. Check-up. In: A Panela do Diabo. Rio de Janeiro: WEA, 1989. 1 disco de vinil. Faixa 8.


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¹É Professor de Filosofia, pedagogo, Bel em Direito. Mestre em educação, especialista em Psicanalise e gestão escolar.

domingo, 2 de agosto de 2026

A TRANSMISSÃO DAS MEMÓRIAS ÀS GERAÇÕES ATUAIS

FOTO: M. BECHMAN.
 AUTOR: CUCUNACA, 2026

Por: Mauro Bechman*

Este final de semana foi bem interessante. Refletimos sobre algumas situações postas e reais por algumas colegas de trabalho relacionadas ao fato dos alunos desta novíssima geração não desenvolver "vontade" de conquistar uma profissão ou alimentar sonhos que os impulsionem a "lutar" por ideais, mesmo que estes não dependam apenas de suas vontades. Então, nos dedicamos a escrever algumas linhas aleatórias sobre este tema.

A princípio, refletimos sobre nossas metodologias de trabalho e os recursos disponíveis para o mínimo apoio didático. E, de repente nos deparamos com uma descontinuidade histórico social enorme. Os alunos não conseguem compreender a história como parte de sua realidade atual. 

Em suas percepções nos parece inaceitável acreditar que até os anos 2000 nem todas as escolas públicas tinham acesso a livros e a merenda escolar. E, que a mortalidade infantil ou a fome absoluta era de fato uma expressão da normalidade no Brasil.

Realmente um desafio ensinar o que aparentemente não tem aplicação na vida prática, apenas uma memória, ou seja, uma abstração, mas que por um espírito individualista neste tempo, não me pertence e por isso não merece minha atenção. 

Assim, o desinteresse pelo livro didático, pelo áudio visual documental, e a consequente banalização dos recursos disponíveis como a sala acondicionada ou a merenda escolar. Aliás, ao que parece, tudo foi dado e não conquistado com as lutas sociais coletivas de estudantes e professores.

Dentro desta lógica individualista, talvez seja importante que os mestres e mestras se voltem as velhas questões filosóficas: quem sou eu? Por que estou aqui? O que me permitiu estar aqui? 

E aí talvez, o reinicio de uma vontade em saber que o coletivo também me explica na minha individualidade, que se minha estatura física é maior que a de meus pais, isso tem uma razão que é bem mais ampla que o desenvolvimento da atividade física, que a minha existência dependeu de decisões políticas que possibilitaram que todos desta geração fôssemos vacinados e melhor alimentados com um maior acesso a alimentação.

Por isso, talvez seja a pergunta geradora: Em que ano você nasceu? Neste sentido, possa ocorrer a possibilidade de abertura desta geração a descoberta de um Mundo que sem a sua vontade de se posicionar, de produzir, trabalhar e sonhar, ele deixará de existir. 

Daí a necessidade de sonhar um mundo melhor de ser uma pessoa capaz de projetar o seu próprio futuro com uma profissão que oportunize crescer e ajudar aos outros crescerem. Isto sim, é civilidade e legado.

A transmissão da memória entre as gerações passará pelo corpo dos educandos, de suas heranças físicas corporais, de seu cartão de vacinação, de seus prontuários odontológicos, de suas memórias imagéticas e imaginárias. Afinal, só saberei o que quero ser se eu saber quem sou.


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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909)

PASTORAL DO BATISMO DA AMSPA REALIZA 3ª REUNIÃO ANUAL NA COMUNIDADE SÃO PIO DE PIELTRECINA


FOTO: AGENTES DA PASTORAL
DO BATISMO. AMSPA.
AUTOR: CUCUNACA, 2026.

Por: Mauro Bechman*

Neste santo sábado 01/08 das 15h30 às 17h a Pastoral do Batismo da Área Missionária São Paulo Apóstolo AMSPA realizou sua 3ª reunião anual ordinária na Comunidade São Pio de Pietrelcina integrante do setor padre Pedro Vignola no bairro de Nova Cidade.

A reunião teve início com a Oração Inicial seguido pela mensagem de agradecimento á comunidade São Pio de Pietrelcina que acolheu este 3º encontro anual.

Na pauta do dia, o andamento das atividades pastorais nas comunidades, e a apresentação de pontos concernentes a pastoral do Batismo no Manual de Proteção a crianças, adolescentes e adultos vulneráveis produzido pela Regional Norte I da CNBB. Houve consenso no caso de registro de imagens que por ventura venham a ser feitos pela Pastoral devem conter o Termo de assentimento e similar por parte dos responsáveis no caso de crianças e outros vulneráveis. 

Também foi uma decisão consensual que o registro de imagens com os agentes pastorais devem ocorrer de forma que haja solicitação pela Família e aceite do agente com postura e etiqueta adequada ao que pede as orientações pastorais da igreja, evitando excessos e situações que conduzam a dúbias interpretações ou narrativas descontextualizadas.

Os termos de uso de imagens e assentimento estarão disponíveis junto a secretaria da área e poderão ser assinados nos momentos da preparação do Batismo. Após isso, outro ponto de pauta foi a Formação Setorial ocorrida no dia 26/07 na Comunidade Santa Clara onde foram discutidos temas relevantes a preparação dos agentes de Pastoral e Pais e Padrinhos.

No último ponto de pauta da reunião, a Confraternização anual da Pastoral do Batismo cujas datas e natureza da confraternização serão escolhidos por todos via consulta virtual. 

Nos comunicados pastorais, o próximo encontro dos agentes e coordenadores será no dia 30/08 por ocasião do encontro arquidiocesano com o cardeal Dom Leonardo Steiner.

Nesta 3ª reunião anual ordinária, estiveram presentes as comunidades de Menino Jesus de Praga, São João Batista, Santa Bernadete, São Pio de Pietrelcina e Divino Espirito Santo.

Após a reunião, num gesto de partilha e acolhimento, a Pastoral de São Pio de Pietrelcina ofereceu a todos um delicioso lanche com mingau de munguzá.

É neste caminhar sereno e de verdadeira irmandade que a Pastoral do Batismo deve conduzir seus passos.

"Banhados em Cristo somos uma Nova Criatura"


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*Secretário da Pastoral do Batismo da Área Missionária São Paulo Apóstolo AMSPA.


sexta-feira, 31 de julho de 2026

E. E HOMERO DE MIRANDA LEÃO NO MÊS DEDICADO AO COMBATE ÀS VIOLÊNCIAS COTIDIANAS E O CONVÍVIO ESCOLAR


FOTO: PROF. FRANCY JÚNIOR E
ISABELA MATOS (Centro).
AUTOR: CUCUNACA, 2026

Por: Mauro Bechman*

Para encerrar a semana, de prevenção a violência e promoção da semana nacional de convivência escolar nesta sexta-feira 31/07 das 15h às 17h a Escola Estadual Homero de Miranda Leão integrante da Coordenadoria Distrital 06 da Seduc AM recebeu o Projeto "Convivência e Referências para o futuro: Construindo um mundo melhor".

A palestrante convidada foi a Professora, atriz, historiadora e ativista social pelos Direitos Humanos Francy Júnior que abordou as diversas formas de preconceito presentes no cotidiano e que a sua naturalização conduz a replica-los, dificultando a convivência entre as pessoas. 

A mestra colocou no centro da palestra a importância da valorização e cuidado com a pessoa humana em sua complexidade e humanidade. Diante de um auditório lotado por estudantes do ensino médio, Francy Júnior frisou a importância das atitudes diante das situações que geram estereótipos, preconceitos e discriminação.

A equipe gestora da escola, representada pelos professores Mauro Bechman e Isabela Matos agradeceu o aceite do convite e a belíssima contribuição formativa para o corpo discente com uma temática vibrante, atualíssima e necessária neste cenário social de intensas mudanças.

Veja as imagens












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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM (1909)
- Registro Fotográfico: Prof. Esp. Ismael.