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sábado, 14 de março de 2020

NÃO SE ATOMIZE

FOTO: PROF. M. BECHMAN.
AUTOR: CUCUNACA 2020.

Parece que querem que você se atomize.

Diga não!

Abrace seus braços.
Una as mãos e reze agradecendo.
Abra seus olhos e agradeça o que vê e o que apenas a imaginação proporciona, veja sempre com o coração.
Toque seu corpo e agradeça pelo seu braço, pelo seu nariz, pelas pernas e pela vida.
Use os seus dedos dos pés para dar carinho aos seus queridos e queridas.
Converse com os animais, com as plantas e com o irmão Sol e a irmã Lua.
Escreva num diário tudo o que deixou de fazer, pra fazer tudo logo em seguida.
Hora de tomar água com limão e fazer a coisa certa.
Então hoje, você já cantou varrendo a casa ou limpando o guarda-roupas?
Ligue para os parentes e amigos e, reze pelos inimigos.
Junte as mãos e transmita uma mensagem de confiança aos seus vizinhos.
Seja disciplinado no exercício do amor em todas as suas variantes.
Na Amazônia nossos caboclos e caboclas de tanto isolamento aprenderam sabiamente a conversar com a selva, com os animais, com as estrelas, com os rios e eles lhes revelaram seus segredos ajudando a contar nossa bela e mágica história neste mundo.
Por isso, meus irmãos e irmãs não se atomizem!
Força Minha Cidade!
Força Mãe dos Deuses!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

PESSOAS DE IDADE...

FOTO: ARCO-ÍRIS SOB O CÉU DE MANAUS. AUTOR: M. BECHMAN, 2008.

...são as que se encontram no alto da montanha da vida. Na vida só há duas possibilidades: morrer cedo ou envelhecer. Infelizmente para muitos só este verbo já causa arrepios.

Acontece que há outra maneira de compreender o envelhecimento. Este é um processo que pode conduzir a uma etapa privilegiada da vida. Quem chega lá, chega ao topo da montanha. E quem chega ao topo é porque soube caminhar.

A recompensa não se faz esperar: é lá do alto da montanha da vida que se descortinam as mais belas paisagens. Montanhas e vales, nascer e pôr do sol, nuvens escuras e céu estrelado, silêncio e os mais diferentes ruídos vão se alternando para comporem uma sinfonia de beleza incomparável. Basta manter olhos e ouvidos abertos.

Transcrito de Folhinha Católica 2012.