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domingo, 30 de maio de 2021

#29M E AS MANIFESTAÇÕES CONTRA BOLSONARO EM MANAUS

 

FOTO: FRENTE DO TEATRO AMAZONAS. AUTOR: CUCUNACA, 2021.

Por: Mauro Bechman*

Nesta sábado, 29 (Dia do Geógrafo e da Geógrafa) às 15 horas em meio a uma forte chuva, manifestantes ligados aos movimentos sociais saíram às ruas em protesto contra as políticas e posturas adotadas pelo governo federal e estadual diante da Pandemia que assola o mundo desse 2019.

FOTO: MANIFESTAÇÃO NA AV. EDUARDO RIBEIRO. AUTOR: CUCUNACA, 2021.


Os manifestantes concentraram na Praça da Saudade sob o ritmo do Maracatu conduzido por um coletivo de mulheres. Durante a chuva, na hora da busca por abrigo, alguns comerciantes da praça cederam seu espaço e os microfones para os movimentos sociais. Um gesto bonito de solidariedade dos comerciantes de bares da praça da saudade.

FOTO: MARACATU.
AUTOR: CUCUNACA, 2021.


A manifestação seguiu pelas ruas do centro histórico de Manaus até a concentração no Largo de São Sebastião de fronte ao Teatro Amazonas. Na praça, oradores das centrais sindicais, partidos políticos, coletivos e movimentos sociais expuseram as razões para o ato público.

FOTO: COLETIVO FEMININO.
AUTOR: CUCUNACA, 2021.


No seio da manifestação, não há como não destacar o reencontro emocionado de militantes que desde o início da Pandemia não se encontravam devido às restrições.

 Eram sorrisos verdadeiros de satisfação de ver o outro em saúde neste tempo de Pandemia que ceifou muitas vidas e lideranças dos movimentos sociais.

Há que se destacar a importância geográfica e histórica da presença dos movimentos sociais e políticos do Amazonas diante deste ícone mundial que é o Teatro Amazonas, além da força política do centro histórico de Manaus.

Por volta das 19 horas, o ato foi encerrado pacificamente em defesa da vida, pela vacinação para todos e contra as políticas que levaram a perda de cerca de 450 mil brasileiros para o Sars Cov-2.

Vejam as imagens














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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM.



sábado, 18 de novembro de 2017

COLETIVO AYUKA

FOTO:COLETIVO AYUKA, AUTOR: CUCUNACA, 2016.
Nesse momento de crise política brasileira, alguns movimentos da juventude, buscam refundar a esperança de dias melhores. Alguns pela perspectiva da luta social. Nesse sentido, um dos coletivos de jovens que pregam uma sociedade alternativa ao Capitalismo tem aparecido em algumas manifestações de trabalhadores em Manaus, coração econômico da Amazônia. Trata-se do Coletivo Ayuka (Na língua Kokama; significa briga ou luta).

O coletivo Ayuka se autodenomina de um movimento anticapitalista, antifacista, antiproibicionista e ecossocialista. A despeito da crítica estrutural e clássica ao modo de produção capitalista, o interessante é sua posição ecossocialista,enquadrando-se num movimento ambientalista que vê o homem como parte da natureza ,ou seja , de matriz biogênica, trazendo consigo, uma agenda de protesto ao uso dos trans
gênicos, à mineração predatória sobre as terras indígenas e quilombolas.

Alguns movimentos sociais estudantis e operários são atores e testemunhas do seu tempo. Especialmente na Amazônia e no Amazonas, cujo registro dos movimentos populares é tão deficitário ou silenciado. Neste sentido, a importância deste coletivo social jovem para a busca de soluções para este momento da contemporâneidade.