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sexta-feira, 7 de outubro de 2022

QUANDO O MELHOR É TER RAZÃO

 

FOTO: TEATRO AMAZONAS. 29M.
AUTOR: CUCUNACA, 2021

Por: Mauro Bechman*

Em muitas derrotas, aliás somos campeões em derrotas, sempre fica um sabor da vitória incompleta. Foram muitas eleições que se passaram.

Na verdade poucas vitórias. Aquelas inesquecíveis, como a de Mestrinho sobre Josué Filho em 1982 e ainda nem sabíamos o que estava em jogo áquela altura. Talvez uma outra, a vitória de Arthur Neto sobre Gilberto Mestrinho em 1989 ou a de Lula sobre José Serra (2002) enfim os dedos das mãos sobram quando falamos em vitórias em pleitos eleitorais.

Nas derrotas, o sentido de que faltou comunicação entre as idéias e as pessoas. Os desacertos e a imaturidade e mesmo assim, nunca nos faltou paixão e razão. Em 2012, o começo do apocalipse para Zootopia e chegamos assim a primeira década do século XXI.

Perdemos com Haddad, um professor num processo corrompido e legitimado devidamente pelo estabilishment, afinal era preciso retomar o domínio do quintal e o nosso lugar como nação na penumbra descrita por Roosevelt. 

Estávamos com a razão e com a emoção, esta última prisioneira da ilusão de democracia por quem não era democrático. Com a derrota, a pauta de futuro do Brasil foi para o fim da fila. Perdemos também com José Ricardo, um humanista e os amazonenses sofreram brutalmente com o choque da Pandemia.

Perdemos colegas de trabalho, amigos próximos e distantes, a ausência encoberta pela chuva de mantras e mentiras que impediram a tomada de consciência e lucidez. Mais uma vez, a derrota foi apenas a constatação de uma anomalia quase congênita implantada no córtex coletivo. 

Hoje, vemos que foi melhor manter a razão, estar embebecido de lucidez não nos desumanizando acreditando que está tudo bem, que o galo não vai cantar e que o amanhã nunca nascerá. Estais atentos! pois

Quem dorme com a razão nunca dorme


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*Mestre em Sociedade e Cultura pela Universidade Federal do Amazonas. UFAM.

quarta-feira, 15 de abril de 2020

DOME SEUS DRAGÕES

FOTO: PROF. MAURO BECHMAN.
AUTOR: CUCUNACA, 2020.

*Por: Mauro Jeusy Vieira Bechman


Os dragões, eles sempre nos aparecem, do meio do nada.

Alguns deles foram criados para nós, para nos impor limites. Outros dragões, nós mesmos criamos no interior de nossos subconscientes e até os alimentamos diariamente.

Os Dragões nos acompanham a vida toda.

Para muitas pessoas, eles são como carcereiros e não temem as Joanas D`arcs, nem os cavaleiros com suas reluzentes espadas. Para outras, são apenas companheiros da prudência, uma espécie de fera que temos que conviver com lucidez para que eles não nos queimem ou devorem.

Nestes tempos difíceis, dome seus dragões e faça o que tiver que ser feito. Nunca a fé foi tão complemento da ciência. Por isso, devemos compreender com lucidez os enfrentamentos postos a nossa frente.

Para enfrentar os dragões são necessários alguns apetrechos:  a prudência, a ciência e a fé.

A prudência deve ser a tutora dos nossos comportamentos, balizados por nossa capacidade de desenvolver com inteligência a nossa auto disciplina, o nosso auto-cuidado e o nosso amor para com aquelas pessoas que estão ao nosso lado partilhando de nossas alegrias e desventuras, de nossas vitórias e esperanças.

A ciência, um dos Sete Dons do Espírito Santo de Deus deixados aos apóstolos de Jesus, deve ser a nossa poderosa lança para o enfrentamento dos dragões sejam eles reais ou imaginários.

E por último, a . Nossa força e energia motoras de nossas atitudes e esperanças. Se não alimentamos nossa fé, nossa campanha contra nossos dragões estará mais propensa ao insucesso. Então, não percamos a Fé.

Por isso, dome seus dragões! Assim como aparecem do meio do nada, ao nada voltarão. E, esta receita serve para os Dragões de verdade e os imaginários.

Salve a prudência, a ciência e a fé!


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* Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia e Processos socioculturais. UFAM.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

EXPOSIÇÃO DE ARQUEOLOGIA DA AMAZÔNIA GASODUTO COARI-MANAUS

FOTO/MOSAICO:MUSEU AMAZÔNICO.
 AUTOR: CUCUNACA, 2017

Nesta sexta-feira, 27 pela manhã, estivemos visitando a Exposição Arqueológica sobre os artefatos encontrados durante as obras do Gasoduto Coari-Manaus. A exposição é promovida pelo Museu Amazônico da Universidade Federal do Amazonas -UFAM e pela Petrobrás S/A. Estiveram presentes neste passeio turístico, a geógrafa Diane Sacramenta, os turismólogos Allan Silva, Keyla Souza e Inês, além do professor Mauro Bechman.

FOTO:ARTEFATOS ARQUEOLÓGICOS.
AUTOR: CUCUNACA,2017

Uma experiência didática científica,tendo em vista a própria organização da exposição, com artefatos cerâmicos das Fases paredão e das tradições Incisa e ponteada, além de artefatos em cerâmica na tradição policroma da Amazônia. São vasos, utensílios, estatuetas, objetos trabalhados em lítio, urnas com motivos zoomorfos e antropomorfos, que nos prende a especulações científicas e pseudo-científicas.Uma viagem pela arquelogia amazônica fascinante, o que revela a importância da arqueologia para o deciframento da esfínge amazônica.

FOTO: PAINEL HISTÓRICO. AUTOR:CUCUNACA,2017

Noutro instante, a sequencia histórico arquelógica didaticamente exposta e orientada facilita a leitura do tempo e dos eventos ao longo das pesquisas. A exposição também nos presentei com uma demonstração do que é ser arqueólogo ou arqueóloga na Amazônia com exposição de técnicas e metodologias de pesquisa em campo, desde o registro das famosas "cadernetas de campo" até o registro em audiovisual do desenvolvimento das pesquisas.

FOTO:COLUNA ESTRATIGRÁFICA ARQUEOLÓGICA.
 AUTOR:CUCUNACA,2017.

Ainda na manhã, foi possível visitar as instalações da rica biblioteca do museu e seu setor de documentação onde pode-se saber os procedimentos de tratamento e documentação histórica do museu, além do acesso à sua câmara restrita com obras primárias do acervo de J. G. Araújo.Tudo num lugar só. Um espetáculo.

FOTO:EQUIPE DE VISITA. 2017.
 AUTOR: DESOCNHECIDO, 2017.

A exposição ficará em cartaz até o dia a primeira semana de Dezembro e aguarda a visita de todos. O Museu Amazônico fica localizado na Rua Ramos Ferreira,1030 - Centro próximo a Rua Tapajós. A entrada é gratuita.

domingo, 23 de abril de 2017

VOCÊ AINDA NÃO LEU A GEOGRAFIA?

FOTO: GLOBO TERRESTRE NUVEM.
 AUTOR: CUCUNACA, 2016.
As coisas e as pessoas mudam, algumas idéias mudam. Mas e Mundo, ele muda? Muitas vezes, acreditamos que as ações nesta atual fase do espaço geográfico em  nada tem a ver com o próprio espaço materializado nas suas condições objetivas de poder e usufruto de suas materialidades: os recursos naturais.

Por isso, leia a Geografia dos atos e veja nela os fatos materializarem suas reais intenções. Aliás é para isso que serve a Geografia, desvelar as máscaras sociais.É preciso ter sobretudo lucidez para entender que por detrás de um discurso moral ou científico, encontra-se encrustada a Geografia.Por isso, antes de ler os jornais, leia sobretudo a Geografia. E, você ainda não leu a Geografia?

domingo, 23 de dezembro de 2012

Associação de Geógrafos Brasileiros é homenageada na sede do Crea-AM

 

Foto: ASCOM - CRE-AM, 2012.

Atualizada em 19/12/2012 - 17:51h
Transcrição de texto integral.

A Associação de Geógrafos Brasileiros – AGB secção Manaus, completa nesta quarta-feira, 19, 30 anos de existência na capital amazonense. Para celebrar a data uma homenagem foi realizada na sede do Conselho, no auditório Arly Barbosa Coutinho com representantes da entidade.
 
A homenagem se estendeu a pessoas contribuíram ao longo da história para que a associação chegasse onde está atualmente, é o caso de José Max Dias Figueira, que foi presidente da AGB entre os anos de 1990 e 1994, para ele a importância da entidade está nas discussões na qual se enquadra. “É uma das associações mais importantes para sociedade principalmente quando discute espaço urbano, ocupação social do solo, mobilidade urbana, ou seja, o geógrafo pode estar em todas essas discussões, além dos temas relacionados a questão ambiental”.
 

Foto: ASCOM - CREA-AM, 2012.


 
 
Para Mauro Bechman, Diretor Geral da AGB secção Manaus, além da homenagem o evento também é a oportunidade de estreitar relações com o Conselho. “Estivemos aqui para comemorar e congratular todos os membros dessa associação que hoje completa, exatamente, 30 anos e laureamos alguns dos nossos profissionais que aguerridamente lutaram pela associação ao longo dessa história. E fortalecer os laços com o Sistema CONFEA /Crea, além de projetar um ano novo de sucesso, de consolidação do trabalho do geógrafo no espaço amazônico”. Ele ainda destacou os desafios que estão sendo enfrentados. “Temos o desafio do meio ambiente, o das geotecnologias, o desafio da interpretação desse momento de produção do espaço geográfico, a urbanização, então são temas da ordem do dia e que os préstimos do geógrafo se fazem necessário”.
“Com a eclosão da questão ambiental, a partir da Eco 92, o profissional de geografia voltou a ser valorizado, por que é ele que tem uma sensibilidade muito grande na relação do homem com a natureza”, afirmou Ricardo José Batista Nogueira, representante da UFAM no evento.
Desde 1982 a AGB trabalha em defesa dos direitos dos profissionais geógrafos e do ensino da Geografia. Meio Ambiente, Planejamento Urbano e Ambiental, Geotecnologias e Geoprocessamento são os pilares da atuação profissional.
 
 
Fonte: Ascom Crea-AM www.crea-am.org.br

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

AGB MANAUS: 30 ANOS - HOMENAGEM

A Associação de Geógrafos Brasileiros - AGB Seção Manaus estará celebrando seus 30 Anos de Existência com uma solenidade em honra de seus associados e de todos os profissionais e amantes da Geografia, no dia 19 de Dezembro ás 16h no Auditório do Conselho de Engenharia e Agronomia - CREA/AM em que receberão Medalhas Comemorativas importantes geógrafos e geógrafas que fizeram parte da rica História desta entidade.
 
EVENTO: HOMENAGEM AOS 30 ANOS DA AGB MANAUS
Data: 19.12.2012 (Quarta-feira)
Hora: 16h
Local: Auditório do CREA/AM
Rua Costa Azevedo, 174 Centro.
 
É sem ressalvas, um momento de alegria e vitória para todos aqueles que tem a Geografia como sua profissão de vida e fé num mundo sem fronteiras, mais justo e digno.
 
Saudações Agebeanas!