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quarta-feira, 25 de agosto de 2021

NOVO RETORNO AO QUE ERA

 

FOTO: PROF.ME. M. BECHMAN.
AUTOR: CUCUNACA, 2021.

Por: Mauro Bechman*

E estamos diante de um Novo Retorno ao Velho Normal. Voltamos a normalidade do velho caos. Trânsito, pessoas e não pessoas pelas ruas de velha urbe, ainda a ser descoberta. A cidade dos Tiranos.

Nas escolas, muitos pais felizes pelo retorno torto às aulas. Não importa se faltam poucos meses para fechar o ano letivo que não começa desde 2019 e também se os filhos vão ser expostos não somente aos velhos problemas de um convívio em grupos ou dificuldades reais de aprendizagem, mas também, a um flagelo da humanidade, chamado Sars cov-2.

O importante é que estes adolescentes e jovens lhes darão um sossego, pois é dificílimo para algumas gerações de pais e mães educarem seus filhos em casa.

Aliás, em muitíssimos casos, são os avós que no limite de suas forças sobrepõem-se o papel de pais por mais de uma vez, antes com os filhos e agora com os netos.

Na sala dos professores, não há o silêncio dos inocentes, mas o dos culpados. Afinal, fica difícil de justificar as perdas que superaram a Guerra da Síria em mais de 10 anos de combates.

Alguns, com a saúde comprometida devido os rastros de destruição que a Pandemia deixou. Outros, atônitos observam no que se tornou a realidade. E ambos coabitam na mesma Corda Bamba, donde cerca de 400 já caíram.

Na sala de aula, a alegria inocente dos jovens. Necessidade do toque, pois nessa etapa da vida, tudo se explora, os espaços, as sensações e o tato. Havia a dificuldade de se aprender em grupos menores, mas em grupos amontoados de 45, cremos que a dificuldade realmente faz a diferença.

Entre eles, as velhas relações, o grupo dos espertos que nas multidões oprimem os mais dóceis e tentam constranger os mais inteligentes e lideranças empáticas ao lado dos que veêm a Educação com verdadeiramente um Valor. E, neste cenário, a quantidade de almas no espaço, limita os mestres na intercessão pelos que mais precisam da Escola.

Mas, este é o retorno tão desejado, o velho normal

Na verdade, mais um Novo retorno ao que Era.


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*Professor do ensino regular público desde 1998. Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia.

domingo, 15 de agosto de 2021

DIA DE VACINAÇÃO E A NECESSIDADE DE IR EM FRENTE


FOTO: PROF.ME. M. BECHMAN, 2021. AUTORA: DESCONHECIDA, 2021.


Por: Mauro Bechman*

Nesta segunda-feira (09/08) por volta das 09h30, conseguimos chegar à segunda dose da vacina para a imunização em duas etapas contra a Pandemia causada pelo Sars Cov-2. Exatamente após 569.000 mortes de brasileiros, a vacinação chegou aos educadores da rede pública do Amazonas.

O Estado do Amazonas até agora (15/08) contribuiu com 13.625 mil óbitos para esta tragédia mundial e brasileira, sendo que mais de 300 profissionais da educação perderam a vida, dentre professores, técnicos, seguranças, cozinheiras e outros. Uma estatística cuja precisão também nos foi negada.

De 2019, lembro do horror que eram as imagens, algumas falsas que chegavam da Ásia via redes sociais privadas, também os dias sombrios que ia ao trabalho sob grande temor, mesmo porque na volta, não tínhamos a certeza de que estávamos infectados. O anúncio do primeiro caso em Manaus, baixou mais ainda o moral, já combalido. Evitamos fazer estoques de máscaras e álcool  em gel e quando houve a explosão de casos e internações, corri para comprar e não havia disponível. Um certo desespero.

Em casa, manter uma rígida disciplina de higienização diária, desde a entrada á saída da casa. Ir ao supermercado, somente nos dias e horários de sol. Enquanto isso, nas ruas o silêncio e o abandono das vias com o mato crescendo por todas as partes.

No exercício das atividades em 2020, as aulas remotas em homeofice, cuja metodologia tivemos que inventar para não tornar as aula previsíveis e monótonas, metologia que cremos, mesmo sendo despedidos da faculdade, fora usada por esta mesma instituição e replicada a outros mestres. Nesse tempo, o computador e o mobiliário de um quase escritório pré montado em casa eram o espaço de trabalho. Nas redes, a amizade de quem jamais aguardava ter. 

Partilhas sinceras com colegas como o administrador Wandelei Pires, a ex-aluna de Arquitetura, Karla e as colegas de Geografia, professoras Graça Medeiros e Ivete Belém nos mantinha a saúde da mente. 

O espiritual partilhado com a Coordenadora da pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Manaus, a relações públicas, Adriana Ribeiro foram em muito valiosas para que o tempo fosse vivido de forma espiritualizada e com o alimento de fortaleza.

Certa vez, lembro que liguei para a Adriana perguntando sobre as transmissões das celebrações litúrgicas em que o risco de nossa equipe de pastoral ser contaminada, ela com sua lucidez e forte fé me disse: O que fazer? Alguns de nossos irmãos e irmãs pedem para parar as transmissões e outros irmãos e irmãs apenas desejam assistir uma missa para se despedirem em paz? Meu Deus!!!

Naquela breve conversa, a força para manter as transmissões, mesmo sob grande risco e a fé em Deus que ninguém da equipe seria contaminado. Ali, vi a importância da pastoral da comunicação, quando colocamos nossas vidas, a serviço das comunidades. Também não foi fácil, ouvir as missas pela rádio Riomar e ver a enorme lista de cristãos e cristãs que partiram durante estes dias.

Sou extremamente grato a estes amigos e amigas que partilharam estes dias. Aliás, escrevemos esta postagem para reconhecer que todo este cenário e as nossas limitações não foram impedimento para que pudéssemos somar e nos estender os braços.

Durante toda a Pandemia, sempre fomos a favor do Lockdown, da testagem em massa e das vacinas. Sempre.

Sabia que o mundo e a vida não seria mais os mesmos após 2019. Não estamos livres da Pandemia, pois no Amazonas ainda cerca de 400 pessoas são registradas como novos casos, fora as que contraem e não entram para as estatísticas oficiais. O vírus ainda circula, como também a ignorância, o negacionismo, o diversionismo e o relativismo diante das certezas da ciência somados a desumanidade e incompetência das três esferas da gestão da república.

Estamos vivos.


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*Mestre em Sociedade e Cultura pela Universidade Federal do Amazonas. UFAM (1909).



terça-feira, 1 de junho de 2021

O RETORNO TORTO E O VELHO NORMAL

FOTO: PROF. ME. MAURO BECHMAN. AUTOR: CUCUNACA, 2021.


Por: Mauro Bechman*

Durante este tempo de Pandemia, no isolamento social, representou para algumas pessoas de distintas profissões e seguimentos da sociedade, um momento para a reflexão sobre suas vidas, do seu microcosmo familiar ao exercício de suas atividades e atitudes diante dos outros.

Passados alguns meses e duas "ondas" cruéis que ceifaram a vida de muitos amazonidas, começamos a ouvir declarações de pessoas que não viam a hora de retornar as atividades como se fosse ou era antes de 2020, ou seja, o Velho Normal.

Diante disso, passamos a refletir sobre este "clamor" pela volta às atividades, mesmo sem a Imunização completa ou a revisão do conceito de Pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que classifica o vírus Sars Cov-2 como uma Pandemia Mundial.

Sendo assim, no seio dessa reflexão sobre as pessoas que "não aguentam mais ficar em Isolamento Social", encontramos três grupos. 

O primeiro constituído por Negacionistas convictos que não vêem gravidade neste momento, sendo audiência de "teorias da conspiração"; o segundo grupo, constituído por pessoas tem suas atividades ligadas aos contatos físicos, sejam com clientes ou materiais e o terceiro grupo, composto por aquelas pessoas que antes de 2020 cumpriam suas atividades com exito mesmo que isso lhes custasse o convívio familiar e a queda de sua qualidade na saúde.

Neste último grupo, o desejo frenético de retorno pode revelar duas situações. A primeira, em que mesmo no presencial, essas pessoas se avolumavam de tarefas para se dizerem "ocupadas" e responsáveis" muitas destas tarefas nem sempre essenciais aos resultados do planejamento. E, quando colocadas em situação de trabalho remoto, não conseguiram "administrar sua rotina", embaralhando as demandas de casa/família com a rotina laboral da profissão.

Um terceiro fator ainda pode ser acrescentado, algumas destas pessoas tem no trabalho (externo) uma "fuga" do ambiente familiar, seja por problemas de ordem pessoal ou de perda de empatia na família. 

Situação esta, de grande sofrimento para pessoas deste grupo. Talvez por isso, o grito de socorro para a volta às atividades presenciais. Também, não se pode negligenciar as demandas materiais que levam a limitação e a precarização do trabalho remoto.

O fato é que há pessoas que desaprenderam ao convívio familiar à rotina e a educação do lar, com os filhos e dependentes, com o cônjuge ou companheiro e em alguns casos até transformaram esse convívio em uma relação tóxica.

E, após mais de um ano de Pandemia ainda não aprenderam a administrar suas rotinas. Daí, mais cômodo e talvez o único socorro, clamar pela volta às atividades presenciais, mesmo que isso ponha em risco a sua própria vida e a dos seus próximos.


#vacinaparatodos

#brasilimunizado

#escolaimunizada

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*Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade Federal do Amazonas UFAM.

sábado, 15 de agosto de 2020

ISOLAMENTO SOCIAL: TRABALHO, CORPO EXPLORAÇÃO

FOTO: PROF. ME. MAURO BECHMAN. AUTOR: CUCUNACA, 2020.


Por: Mauro Jeusy Vieira Bechman*

No retorno parcial às atividades laborais nas escolas da rede pública estadual do Amazonas, tivemos a oportunidade de rever as instalações da escola, vigilantes, merendeiras e serviços gerais, além claro, de nossos colegas professores e professoras.

Foram alguns meses de isolamento social decretado pelo governo do estado do Amazonas diante da pandemia do Coronavírus. As atividades docentes e administrativas passaram durante este período a serem executadas em formato remoto via redes sociais privadas e canais de reunião virtuais.

Interessante a imagem gravada em nossa memória da fisionomia dos nossos colegas desde o inicio da suspensão das aulas presenciais até este retorno. A quebra da rotina "Normal"de trabalho neste período alterou sobremaneira a rotina de todos desde os seus deslocamentos até seus momentos de repouso.

Alguns colegas por necessidades econômicas se submetem a trabalharem três turnos o que envolve elevando sobremaneira o desgaste físico, emocional e psicológico. Colegas que muitas vezes lecionam em três endereços diferentes e distantes entre si, sem condução própria, só repousavam em breves cochilos nas cadeiras e sofás da sala dos professores para logo em poucos minutos entrarem nas salas de aula e exercerem o magistério.

Corpos e mentes, cansados e às vezes extenuados da rotina massacrante, se auto expressam em seus semblantes e seus corpos denunciando uma super exploração de sua força de trabalho. São semblantes de homens e mulheres jovens que submetidos a esta rotina, parecem ser mais velhos que a idade cronológica declarada.

Na segunda-feira 03/08 foi o retorno para planejamento escolar deste momento de retomada das atividades docentes. A despeito da tragédia que a humanidade está vivenciando com a Pandemia, creio que rever os colegas e as colegas foi surpreendentemente agradável, não apenas pela saudade natural pelo afastamento nesse tempo, mas sobretudo, porque em seus semblantes, podemos observar rostos menos exauridos, nos levando a refletir sobre qual mesmo será a função do trabalho na vida de homens e mulheres.

Será que é de fato necessária uma carga de trabalho tão desgastante cujos ganhos salariais não compensem tal esforço? Quando o trabalho será visto como de fato uma forma de prazer e sinal de realização presente na vida de todos e não uma necessidade estúpida para a sobrevivência como se fosse um castigo?

São situações que não podemos nos furtar de pensar e debater. Afinal, o Trabalho é uma parte da felicidade, como a família, os sonhos, os colegas, a sociedade, os sentimentos. O trabalho é apenas uma parte da vida. A vida é muito maior.

A todos os meus colegas e minhas colegas, foi uma alegria revê-los com saúde neste momento tão cruel da vida brasileira e mundial.

Vamos à Luta!

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* Mestre em Sociedade e Cultura na Amazônia pela Universidade do Amazonas. UFAM.


quinta-feira, 24 de agosto de 2017

A CRIANÇA QUE FOI MARCADA EM SÃO PAULO

FOTO: CARLOS SANTIAGO. ACERVO PESSOAL, 2017
A CRIANÇA QUE FOI MARCADA EM SÃO PAULO

Por: Carlos Santiago*

As marcas da exclusão social, da ganância, da intolerância e dos preconceitos que são registrados nos corpos e na alma, marcam por toda vida e refletem também na incapacidade dos gestores públicos. Por isso, causou-me espanto e até indignação o registro fotográfico de uma criança que teve a mãozinha marcada com uma caneta para não repetir refeição numa escola pública do município de São Paulo.

A imagem, absurda, lembrou-me da escravidão negra no Brasil, em que os proprietários de escravos "timbravam" os corpos dos negros como se fossem gados, com uma total desumanidade, com preconceito e muita ganância. Os nazistas também "carimbavam" os corpos dos povos dominados por eles como sendo de raças inferiores, antes de lançarem à morte com requinte desumanidade, preconceito e ganância. Até Jesus Cristo, filho de Deus não escapou dos chicotes e dos pregos nas mãos, como um reforço da ganância, do preconceito e do poder dos colonizadores romanos.

Os "carimbos" e as "timbragens" também são verbais e atingem a alma. É costumeira a referência sempre depreciativa ao trabalhador negro, ao papel da mulher no mercado de trabalho, ao indivíduo fora do padrão tradicional das questões de gênero, ao aluno da escola pública, a determinada profissão e até a origem familiar ou bairro de moradia. São expressões verbais que tem o objetivo de atingir a dignidade da pessoa humana.

Aquela criança da escola pública de São Paulo, até pela sua idade, ainda não sabe do tamanho para dos preconceitos dos brasileiros, da ganância dos fornecedores de merenda escolar, da péssima gestão pública e do "vale tudo" usado pelos políticos para alcançar e se manterem no poder, mas ela já sentiu no corpo a marca que reflete tudo isso.

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* Sociólogo e advogado



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

DIA DO PROFESSOR

Foto: Estante do Professor de Geografia. Autor: Geóg. M. Bechman, 2012.

No dia 15 de outubro estaremos rememorando este espetacular profissional que é o professor. E, neste tempo de eleições municipais, não podemos deixar de passar desapercebido, a figura do político professor, uma vez que na história do país e desta cidade sempre houveram alguns nomes para lembrar sua passagem no campo da administração pública e que usaram e abusaram da licenciatura como necessidade e, em alguns não raros casos, para auto-promoção com vistas ao alcance de um cargo público.

Podemos lembrar de alguns destes personagens que passaram pela política manaura, como o já falecido professor Gilberto Mestrinho, de formação política ligada ao Movimento pela Democratização do Brasil, mas que ficou mais conhecido pela construção de escolas públicas com 40 salas de aula nos bairros mais densamente povoados de Manaus, além da dura repressão ao movimento grevista dos professores, que marcou tristemente, a histórica luta dos trabalhadores da educação no anos 1980, com a chamada "Batalha do Igarapé de Manaus".
 
 
Outros personagens que não podemos deixar de reportar, pois evocam a titulação de professor, são o professor Sinésio Campos, cuja militância pelo combativo Partido dos Trabalhadores (PT) vem a cada tempo esmaecendo e se distanciando das reais necessidades dos professores e ainda a Professora Therezinha Ruiz (DEM) recentemente reconduzida a um cargo politico na Câmara Municipal de Manaus como vereadora eleita, cuja atuação para as melhorias que garantam um ensino de "Real Qualidade" para a sociedade amazonense e manauara, ainda precisam ser melhor visualizadas e incorporadas pela categoria dos professores que ainda sentem-se órfãos com relação a sua representatividade no poder público.
 
Como professor há mais de 15 anos, penso que ainda falta muito para esta profissão ganhar a respeitablidade devida pela sociedade. Situações que vão muito além de programas políticos assistencialistas que reforçam o partenalismo político como o tal de "Um computador por aluno" como se isto redimisse a educação e ou ainda a simples e pura edificação de escolas para o deleite de empreiteiras enquanto o Amazonas e Manaus, pelos baixos índices na educação, acabam relegados ao triste papel de financiadores de empregos para outras regiões brasileiras - sem ser regionalista ou barrista, pois acredito numa educação que dê igual oportunidade a todos e não a que cerceia, desqualifica e sub-educa. 
 
Um causo. Certa vez, estávamos vindo de uma eleição municipal com resultados inesperados, uma vez que a candidatura apoiada pelos professores e movimentos sociais, havia sucumbindo num segundo turno sob forte suspeição, os professores sabiam que após a eleição viria o castigo para todos por não terem apoiado a candidatura do sistema.
 
Foi então que em silêncio quase sepulcral estávamos á mesa na sala de professores, quando ás vésperas do dia do Professor num clima de apatia, hironicamente o professor de História bradou: Hoje é dia do Professor! Uma salva de palmas para o Professor Gilberto Mestrinho! Todos ficaram calados. Novamente o mestre bradou: Uma salva de palmas para o professor Fernando Henrique Cardoso! e novamente silêncio e a indiferença. Sem graça, mas com um senso de humor no melhor estilo inglês, o mestre falou quase que somente para os seus botoes: É... tá dificil de homenagear o professor!

Neste pleito alguns professores foram eleitos para a vereança da cidade de Manaus. Espero que possamos bradar um dia: - Uma salva de palmas para o Professor, pela defesa intransigênte da Educação e do Magistério, contra as injustiças e perseguições, contra a carga horária opressora, contra a insegurança nas escolas que afugenta alunos, constrange professores e compromete o futuro dos manauaras!
 
Contudo, neste dia 15 de outubro peço a todos os mestres que dignamente exercem o magistério e buscam dele fazer uma profissão de vida, que reflitam sobre nossa condição e que aproveitem este "Dia Branco" para nunca esquecer que nesta luta nunca podemos nos desumanizar, deixando de sorrir, de transmitir otimismo, de fazer valer a história quando ela nos provocar a transformá-la.

Um beijo grande a todos os colegas e as colegas desta magnifica profissão que é ser professor!


A luta continua...SEMPRE!